A prefeitura de Maringá espera que, no máximo,
em dois anos o Parque Industrial esteja em pleno funcionamento. Esta informação
é do secretário municipal de Obras, Marcos Zucoloto Ferraz, que prestou
esclarecimentos, nesta tarde (12), acompanhado pelo procurador municipal Luiz
Fernando Boldo, aos vereadores que compõem a CPI do Parque Industrial.
Ainda conforme o
secretário, o empreendimento necessita de adequação no pavimento e estrada Pinguim,
ampliação na rede de abastecimento de água, estudo para construção de redes
elevatórias de esgoto, instalação de alimentadores de energia elétrica,
sinalização e rampas de acessibilidade nas calçadas. A estimativa do município
é que essas obras custem, aproximadamente, R$ 50 milhões. Até o momento, o
Parque Industrial já consumiu mais de R$ 60 milhões dos cofres públicos.
Durante a reunião, os
vereadores também ouviram o ex-diretor de comunicação da prefeitura Agnaldo
Vieira. Eles questionaram o blogueiro sobre uma postagem, feita semana passada,
na qual ele afirma que dois vereadores teriam solicitado dinheiro à construtora
Sanches Tripoloni para não apoiar a criação da CPI. Vieira disse que não tinha
provas no momento e, por isso, foi dispensado. Paralelamente, a construtora
enviou à CPI um comunicado oficial negando qualquer contato neste sentido e
que, portanto, a nota seria inverídica.
A próxima reunião da
CPI do Parque Industrial acontecerá no dia 19 de abril, às 14 horas, no
Plenário. A CPI é composta pelos vereadores: Flávio Mantovani (presidente),
Chico Caiana (relator), Homero Marchese (membro), Odair Fogueteiro (membro) e
Mário Verri (membro). Conforme o Regimento Interno da Casa, a CPI deve
apresentar seu relatório ao plenário em 90 dias após sua criação com
possibilidade de prorrogação por mais 45 dias.
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